segunda-feira, 22 de maio de 2017

There is a second heart in my mind

What if I tell you that I’m sick of being always looking for someone when in fact I know that my deepest feelings belongs to you?
And instead of proclaim them more once to you, I’m afraid of which words I’ll hear from your mouth. I catch me wondering about what would happen if the things were different. Would you be still my secret or I wouldn’t have secrets for you?
What If you ever hadn’t ask me to move on and try to forget you? Would I have tried once more? Cause after all this time, I’ve lied to my heart about you and every time I see you he says there is something hurting him. I’m afraid of this… me writting about feelings and at the same time you feeling something reciprocal, but in the same doubdt. And we will keep moving our lives as if had nothing between us, always finding the wrong person, hurting our hearts and looking for each other to hear warm words. I’m not sure about what I whould do if someone hurt you, knowing that I whould never do the same, and that your tears could be my fault just because I never told you that I’m still in love with you.

sábado, 6 de maio de 2017

Expectativas e felicidade

"Pare de cumprir as expectativas dos outros, porque essa é a maneira de você cometer suicídio. Você não está aqui para satisfazer as expectativas de ninguém e ninguém está aqui para satisfazer suas expectativas.

Nunca torne-se uma vítima das expectativas dos outros e não faça qualquer um vítima das suas expectativas.

Isto é o que eu chamo de individualidade.

Respeite sua própria individualidade e respeite a individualidade dos outros. Nunca interfira na vida de ninguém e não permita que ninguém interfira na sua vida.

Só então um dia você vai crescer em espiritualidade.

Caso contrário, noventa e nove por cento das pessoas simplesmente cometem suicídio. Toda a sua vida nada mais é que um suicídio lento. Cumprindo essa expectativa, aquela expectativa... um dia era o pai, outro dia era a mãe, um dia era a esposa, marido, em seguida vêm as crianças – elas também tem expectativas. Então a sociedade, o padre, o político. Todo mundo tem expectativas. E pobre de você, apenas um pobre ser humano – e o mundo inteiro esperando por você para fazer isso e aquilo. E você não pode satisfazer todas as expectativas, porque elas são contraditórias.

Você tem tentado loucamente cumprir as expectativas de todos e você não satisfez ninguém. Ninguém está feliz. Você está perdido e ninguém está feliz.
As pessoas que não estão felizes com elas mesmas, não podem ser felizes.

Tudo o que você fizer, elas vão encontrar maneiras de estar infeliz com você, porque elas não podem ser felizes.

A felicidade é uma arte que tem que ser aprendida.

Não tem nada a ver com o seu fazer ou não fazer.
Em vez de agradar, aprenda a arte da felicidade."

- Osho

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Que fase!

2016 foi de fato o pior e melhor ano da minha vida. Metade melhor ano, e metade pior ano.

Dezembro foi um mês bem balanceado. Eu sofri um choque financeiro, diante das contas que aumentaram e a “renda” ter diminuído. Digo “renda” por conta de uma ajuda de custo que eu e aminha irmã tínhamos com moradia, e simplesmente DO NADA não tivemos mais. Plau, cabô, tchau, não vai ter, “como vocês vão fazer?”.
Foi bem difícil engolir a ideia, porque não estávamos preparados, nem um pouco. Tínhamos contas que entramos devido à “renda”, e agora o salário não dava mais conta de nada. Pagando tudo, ficava R$110,00 negativos, sem gastar com mercado e outras coisas. Comecei a cortar tudo. Saí da academia, reduzi a alimentação, parei de usar o carro, e parei de sair de casa pra comer fora ou comprar uma marmita que eu gostava de comprar pelo menos 1 vez por final de semana. Minha irmã saiu do curso dela, e cortou outros gastos pessoais dela. Coloquei umas coisas pra vender, vendi meu PS3 e meus jogos a preço de banana, vendi um home theater, e estava prestes a vender um relógio. As últimas opções seriam o meu óculos, outros relógios e por fim, o carro. A coisa foi feia porque veio o ipva do carro. O carro seria a maior dor no coração, pelo fato do quanto de dinheiro que iríamos perder, e ainda ficar sem carro. Primeiro que ele foi uma baita conquista, um carro que eu tanto gosto sendo o meu primeiro carro. E ainda por cima uma compra conjunta com a minha irmã. Mas seria necessário.

Porém apesar de toda essa coisa financeira, algumas coisas boas encobriam esse buraco nos ânimos. A Letícia e o namorado dela foram embora no meio do mês, e eu e minha irmã conseguimos ir para Itapeva com a ajuda da minha mãe e nosso padrasto. Sentir a família foi uma coisa que me ajudou muito. Tanto que com todos os gastos, eu apertei o botão do foda-se e fui no ano novo de novo por minha conta. Não deu para a minha irmã ir, mas foi muito bom.

Janeiro foi um mês sem estresse em casa, e tempo de planejar o que fazer com os problemas. Estou oficialmente a 6 finais de semana sem sair de casa, vivendo à base de pão de manhã, meu almoço oficial de macarrão Qualitá com molho de tomate Heinz (sai por menos de R$5,00 , rende duas refeições, e eu faço questão dessas marcas sim), e pão de noite. Às vezes a nossa amiga Dora faz umas comidas diferentes também. E mesmo almoçando muito bem na empresa, eu já perdi 4 kg depois que saí da academia :(

As coisas estão se ajeitando, graças a Deus. Acredito que em março ou abril a gente já melhore um pouco mais. E em agosto acabam as parcelas do financiamento da minha pós. Porém, infelizmente eu perdi muitas matérias, e terei que cursar elas pagando-as individualmente e uma fortuna cada. Pelo menos dá pra parcelar elas em 3 vezes.

Vou deixar pra abordar outros temas em outra postagem. No momento ainda estou usando o pc da minha irmã.

 

Valeeu

domingo, 27 de novembro de 2016

O importante não é atravessar o caos, mas o que fazer com ele.

"Não há céus sem tempestades, nem caminhos sem acidentes. Comédia e drama, sorriso e lágrimas, aplausos e vaias alternam-se na vida de qualquer um, sejam pisiquiatras e pacientes, generais e soldados, intelectuais ou iletrados. O importante não é atravessar o caos, mas o que fazer com ele." - Augusto Cury

Depois de muitos rascunhos gigantes e sem conclusão, eu finalmente voltei.

Andei escrevendo sobre nem lembro o que tanto. No momento estou usando o notebook da minha irmã e nele não tem meus rascunhos para que eu dê continuidade neles. Mas enfim, eis aqui uma postagem nova e espero que a mais espontânea possível sem edições e longos minutos olhando pra tela.

Vou começar logo pelo o que me traz aqui. Além de muito tempo disponível, minha cabeça está cheia de coisa pra colocar pra fora. Diga-se de passagem, eu não tive um pingo de tempo nos últimos meses. Hoje que eu acho que fiquei mais tranquilo. Tenho muita coisa pra fazer ainda, mas dependo que outras sejam feitas por outros.

Eu cheguei a pensar ainda em começar a fazer vídeos pra falar tudo o que vem acontecendo. É mais rápido, e menos complicado de entender caso eu fuja do assunto. Ainda considero isso… mas sem câmera profissional e edições dedicadas. Preciso arrumar uma conta no youtube para que esses vídeos fiquem hospedados, e não quero usar uma conta que seja visível para meus amigos como uma indicação do youtube. Ahh e eu gravaria os vídeos com meu ipod mesmo. Porém ainda tenho receio de fazer isso e entrar alguém em casa enquanto eu estivesse gravando, porque além de eu ter que parar de falar da minha vida, a pessoa poderia atrapalhar a gravação, e como eu disse… será sem edições. Agora vou falar logo o que está acontecendo.

ME MUDEI

DE NOVO

Não de cidade, mas de apartamento. Foram os piores dias de minha vida.

A princípio eu sabia que precisávamos nos mudar porque a nossa situação financeira ficou feia. Meu pai nos avisou pra procurar algum lugar e assim o fizemos. Achamos algumas coisas, e deixamos em standby a proposta de uma amiga nossa chamada Dora e que morava com a Leticia. A Leticia está para sair do apartamento porque vai mudar de país. Ela saindo, eu e a minha irmã poderíamos entrar. Atééé que….. pqp….. DO NADA, porque minha vida é cheio dessas, DO NADA, “Vocês têm até o dia 10 para se mudar, deixar o AP limpo e entregar a chave”. Eu tenho certeza que esse tipo de comunicado é dado com no mínimo 1 mês antes para o inquilino. Mas algo aconteceu que eu tive que engolir essa. O prazo de 15 dias terminava em uma quinta-feira. Paulo Henrique trabalha durante semana, logo… Tive que fazer tudo no final de semana 05 e 06 de novembro. Antes de chegar o final de semana, eu a minha irmã ficamos levando tudo o que dava no carro para o outro apartamento. Essa “brincadeira” às vezes ia até às 2h da madrugada, subindo 4 andares de escada com peso nos braços. Eu tive em média 3 horas de sono por dia durante 4 dias seguidos. Deu certo? Lógico que não deu. Eu já ruim de dinheiro, juntei todas as minhas economias e procurei alguém pra fazer minha mudança, pelo menos do grosso (móveis mais pesados, geladeira, fogão, etc). Achei uns caras que fazem entrega de qualquer coisa e de vez em quando fazem bico de mudanças pequenas. Pedi meio período em uma segunda-feira para os meus chefes, tendo em vista que segunda é um dia importante na minha rotina e tem muito impacto caso eu falte. Fizemos as mudança em duas viagens de um prédio para o outro. O condomínio não tinha uma área de descarregamento interna, e tivemos que ficar com o carro para o lado de fora passando as coisas por uma portinha de acesso lateral no condomínio. O serviço deles não é nada especializado em mudança. Pegaram as coisas do jeito que estavam mesmo. Arranhou o nosso rack, a geladeira ficou toda riscada, tomou pancada, ganhou uns amassões e quebrou o pé de um armário (descobri 4 dias depois e tive que tirar os outros 3 pés). Nessa, descobrimos que o sofá não saia montado. Eu tive que gastar mais R$180 com um tapeceiro para desmontar, levar no outro ap, e montar lá. Depois disso continuei a arrumação do apartamento, e ficaram alguns móveis que não tínhamos como levar para o outro apartamento. A nossa ideia era vender eles e iria ajudar com os custos da mudança. Então, no dia 9 (um dia antes de entregar o ap para a imobiliária) eu liguei para eles para saber se o dono do AP ia querer ficar com os móveis que sobraram. Preciso dizer se ele quis ou não? Claro que não. Eu tinha 1 dia para tirar os móveis que sobraram e entregar o apartamento limpo no máximo até sábado. Caso contrário a imobiliária ia me descontar o proporcional de aluguel e condomínio para cada dia que eu ficasse sem entregar. Fui vender eles, com a condição de tirarem em no máximo 24 horas após o meu anúncio (anúncio em uma quinta para tirarem até sexta a noite). As pessoas ficam muito desconfiadas com móvel muito barato e com tanta urgência de se desfazer deles. Querem negociar preço, ir fazer visita olhar os móveis…. eu não estava em condições de fazer isso, tinha que ser já! O mais rápido possível. Então anunciei eles como doação. Foram mais de 150 pessoas me mandando mensagem no facebook. Na mesma noite de quinta-feira algumas pessoas vieram buscar algumas coisas, e na sexta-feira terminaram de levar o resto. Na quinta estávamos sem dinheiro, sem tempo, sem comida pronta e com fome. Eu e minha irmã pegamos umas carnes que já estavam descongeladas desde segunda-feira e estavam em uma bolsa térmica. Ligamos a panela elétrica que ainda estava pra fora, e torcemos para as carnes não fazerem mal pra gente. Comemos muita carne na quinta e sexta de madrugada kkkkkk
No sábado tínhamos viagem para Itapeva. Foi uma coisa muito difícil de conseguir pois dificilmente liberam a minha irmã por um final de semana inteiro. Ficamos limpando o apartamento durante a madrugada da sexta para o sábado, tiramos um cochilo de 2 horas, fomos levar as últimas coisas para o outro apartamento, nos arrumamos para viajar, voltamos no apartamento, terminamos de limpar definitivamente, e então pegamos a estrada por volta de 13:30. Tínhamos um batizado para ir às 16h. Chegamos 16:30, fomos para o batizado, e depois pra casa. Eu dormi feito uma pedra! Foram dias muito difíceis sabe… A vida toda mudamos em função do trabalho do meu pai, e sempre teve apoio de uma empresa de mudança decente, com muitas pessoas preparadas e agilidade. Essa nossa foi foda. Ainda mais se tratando de 4 andares de escada. Graças a Deus não choveu. Graaaaças a Deus. Nenhum dos dias que estávamos expostos. A escadaria do prédio é externa também.
Então em Itapeva foi corrido, mas deu tudo certo. Passamos nosso tempinho com nossa mãe, e conseguimos ver todo mundo que queríamos. Voltamos na segunda de madrugada, e fui direto para a empresa. E desde então estamos em uma arrumação muito lenta das coisas, mas já está tomando jeito de casa.

Agora a parte II da historinha…

A Letícia saiu do ap e nós entramos. Porém a Letícia e seu namorado estavam constantemente nos visitando por longos períodos, indo embora somente de madrugada. Isso começou a me irritar, porque eles pareciam não entender que não moravam mais ali. O cara o maior folgado, jogando a mochila dele em cima dos móveis, deixando tênis em cima do rack, falando alto, tomando banho, lavando roupa, fazendo compra e deixando na nossa geladeira, instalando a minha TV para ele assistir séries deles, os dois com pezão no sofá, uma desgraça do caramba. Eu já estava ficando muito puto. Porém iam pra casa no final das noites.
Então DO NADA, a tal da Leticia monta grupo no whatsapp pra falar de bagunça no apartamento, que ela não aguentava mais, que etc. Resumindo… Havia algo combinado que EU não estava ciente. E era o fato de ela morar ali ainda até o dia dela sair do Brasil. E ela têm dormido em um apartamento que ela morou antes no mesmo condomínio. Eu fiquei muito envergonhado porque na minha cabeça eles estavam invadindo nossa rotina, mas na verdade eles ainda estavam envolvidos na nossa rotina por direito. Fiquei muito bravo com minha irmã nesses dias por não me deixar a par dessas coisas. Não chegamos a brigar porque eu fico quieto, e fico quieto justamente porque eu não quero brigar com ela. Pedi desculpas para a Leticia, avisei que eu não sabia de nada e nos acertamos.

Agora a parte da minha intuição nessa historinha.

No primeiro dia que eu e a minha irmã trouxemos as primeiras coisinhas para o apartamento, eu senti algo e disse para a minha irmã “Estou com o mesmo pressentimento que eu tive com relação à namorada do nosso pai.” Eu senti que ia acontecer algumas merdas pela frente em consequência dessa mudança. E não deu outra… teve toda a correria que eu contei, e agora depois começaram a acontecer essas coisas com a Leticia.

Andei observando o comportamento e a personalidade dela… Ela não era gerente da starbucks atoa, porque se tem uma coisa que ela gosta de fazer, é mandar. Essa menina é do tipo que dá até medo do que ela pode fazer caso as coisas não saiam como ela quer. Ela não aceita ficar em desvantagem por nada…. como eu disse, ela está dormindo em um apartamento que ela morava antes no mesmo condomínio, e disse que está fodida se descobrirem. Ou seja, além dela ter mantido a chave do apartamento pra ela, ela faz isso mesmo sabendo que é errado.
Ela não trabalha mais, e ainda assim, mesmo com uma viagem “sem volta” para um lugar que o o nosso dinheiro vale 3 vezes menos, ela e o namorado estão gastando muito dinheiro nesses dias. Vivem saindo e trazendo coisa. Esses dias pagaram R$60 em duas frutas exóticas!!!!! 60!! Eles não estão com a cabeça preparada pra a realidade de um imigrante ilegal em um país Europeu. Estão achando que vai ser tudo mil maravilhas.. não é possível. Então eu receio que ela não aguente a pressão das dificuldades que vai enfrentar lá em Portugal, e vai querer voltar pra cá. E onde ela vai querer ficar logo de cara??? Então… a possibilidade de ano que vem estarmos em casa de boa e do nada essa menina abrir a porta, é grande. Mas Deus me livre… Estou sendo pessimista assim por conta do tanto de bosta que já aconteceu até agora e pelo pressentimento que eu tive.

Agora a parte boa da historinha

A Dora, que mora com a gente, é uma menina muito tranquila, tem a namorada dela que ela vê de vez em quando, e é responsável. Não vamos ter dor de cabeça com ela. O apartamento é só um pouco menor que o nosso anterior, não tem elevador, mas fica na melhor região pra se morar em Jundiai. Eu mesmo pensava que teria que ser muito rico pra morar nessa avenida que moramos agora, porém esse condomínio por ser antigo foi construído em uma época que não era status morar nessa avenida e acabou não tendo os mesmos padrões de todos os outros da avenida. Tem tudo perto. Quase não vamos mais tirar o carro da garagem :)
A minha irmã leva 5 minutos pra chegar no trabalho andando, e eu tenho um ponto de ônibus bem na porta do condomínio.

E acho que finalmente esse assunto acabou. Esclareci tudo o que aconteceu comigo nesses últimos dias.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Quando se fecha uma porta, Deus abre uma janela.

Não sei bem como começar, então vou começar por ontem.
Ontem em um dos meus momentos ocioso, a ideia do que uma demissão recente faria comigo veio a tona na minha mente. Refleti bastante sobre o que eu faria para pagar as contas e tudo mais. Cheguei a comentar com o meu pai até.

Mais tarde, repentinamente eu lembrei de uma amiga que a muito tempo não falava com ela. E lembrei dela pelo interesse que eu tive em conhecer alguma igreja, afinal ontem foi domingo e faz tempo que não vou a uma. Eu já tinha desistido de igreja, mas ontem a ideia veio repentinamente. E é assim que Deus fala comigo.
Já tive outras experiências dessa forma que é a minha relação com Ele.

Hoje cedo fui trabalhar normalmente, e sim, mais uma vez eu senti algo dentro de mim, e eu fiz algo que não faço normalmente. Falei com Deus. As palavras saíram como seu eu estivesse falando com ele ali do meu lado, enquanto eu ia para a empresa andando. Eu simplesmente agradeci a ele. Eu o agradeci pelo momento, pelo emprego, pela oportunidade de acordar, e comentei que, sim, eu só tinha a agradecer a Ele. Agradecer por não ter o que pedir. E eu não peço nada porque eu sei que Ele está no controle. Eu o agradeci por ele estar sempre cuidando da minha irmã quando enquanto ela vai para São Paulo de trem estudar na lapa toda sexta-feira, pela segurança com guia os meus pais nas viagens que eles fazem. E a alegria desse agradecimento é espontânea. Não preciso de mais provas do que essas experiências para crer Nele.

Então, já na minha mesa de trabalho começando as minhas atividades, eu lembrei de uns folhetos com mensagens que minha amiga Lu me deu quando ela trabalhava comigo. As mensagens são psicografadas por Francisco Xavier, e eu tinha o costume de todo dia tirar uma aleatoriamente para ler. E hoje, depois de muito tempo sem ler elas, eu quis tirar uma só por tirar.

Confia Sempre
Não percas a tua fé entre as sombras do mundo.
Ainda que os teus pés estejam sangrando, segue para a frente, erguendo-a por luz celeste, acima de ti mesmo.
Crê e batalha.
Esforça-te no bem e espera com paciência.
Tudo passa e tudo se renova na Terra, mas o que vem do céu permanecerá.
De todos os infelizes, os mais desditosos são os que perderam a confiança em Deus e em si mesmos, porque o maior infortúnio é sofrer a privação da fé e prosseguir vivendo.
Eleva, pois, o teu olhar e caminha.
Luta e serve.
Aprende e adianta-te.
Brilha a alvorada além da noite.
Hoje é possível que a tempestade te amarfanhe o coração e te atormente o ideal, aguilhoando-te com aflição ou ameaçando-te com a morte...
Não te esqueças, porém, de que amanhã será outro dia

Autor: Meimei
Psicografia de Francisco Cândido Xavier

Logo após, ao retornar às minhas atividades, minha chefe chegou para conversar comigo. Precisaram reduzir o quadro e eu estava na lista.
Não me abalei, não chorei, não fiquei surpreso.
Conversamos super bem, sem querer eu tirei um peso das costas dela, e mais uma vez acabei sendo o psicólogo quando quem precisava era eu.
De certa forma eu estava aliviado com a situação. Eu sabia que cedo ou tarde chegaria esse momento pelo fato de como as coisas estavam acontecendo. Eu já tinha grandes planos para essa demissão. Porém nem tudo poderia acontecer como eu planejava e uma certa pontinha do sentimento de que “fudeu” estava beirando minha consciência.

Fomos ao RH dar continuação ao procedimento da minha demissão, e pegamos o RH de surpresa. Nenhum dos funcionários estavam de acordo com a decisão e começaram todos a correr atrás de algo pra mim. Então surgiu a oportunidade de trabalhar no setor de transportes corporativo da empresa. Puro escritório e papelada. Tudo novo pra mim. Fiz uma entrevista com o gerente do setor, e ele gostou de mim. Me disseram que o setor está em constante crescimento e que haverá oportunidades futuramente. E é isso… passei. Novos ares, novo ambiente de trabalho, nova saúde mental, novos colegas, e muito aprendizado pela frente.

Deus sabe o que faz.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

3 da manhã e um sentimento de duas palavras.

Exatamente 03:00 da manhã do dia 01/07/2016

Escrevo essa futura postagem com o vídeo do making off do Brand New Eyes passando como som de fundo.

Acredito estar no meio de uma crise existencial. Nunca escrevi isso no meu blog, mas são duas palavras que expressam muito bem o sentimento do momento: Tá Foda.

Tem acontecido muita coisa comigo, MUITA. Quase sempre que venho aqui, é por esse motivo.
Chegou ao ponto de eu estar aqui nessa transição de uma quinta-feira para uma sexta-feira às 3 da madrugada. A propósito, estou de férias a alguns dias. Desde o dia 16 pra ser mais exato.
Pois é... essas férias vieram em um momento perfeito. Eu era o cara que vivia dizendo que precisava de férias, e aqui estou eu. Nem eu esperava por isso nesse momento. Foi tudo graças a um erro de comunicação entre o RH e a minha gerente rsrs. Se não fosse isso, eu com certeza não estaria de férias agora. Obrigado Deus.
Não vou detalhar tudo o que aconteceu, pois é muita enrolação pra tomar meu tempo escrevendo sobre isso. O fato é que estou de férias.

O problema é que não estou usando para descansar efetivamente. Descanso mesmo foi apenas na primeira semana, que a propósito eu não ia descansar também. Acontece que estou em meio à produção do meu TCC na faculdade, e a faculdade não tem férias. Então as férias do trabalho caíram do céu, pois eu não teria tempo nem cabeça o suficiente para lidar com tudo (crise existencial, problemas pessoais, problemas profissionais e psicológicos). Então na primeira semana eu me dei o prazer de passar em Itapeva, e até levei meu material de estudo. Porém nos dois primeiros dias pensei muito a respeito da minha saúde mental e a oportunidade que eu estava tendo. Me dei conta de que independente se eu não descansasse naqueles dias, nos próximos eu descansaria menos ainda. Então aquela era a hora de eu aproveitar o ócio do frio, meu cachorro, e meus familiares por perto. O famoso prazer de ficar fazendo nada. E de fato, fiz quase nada a semana inteira. Acabei ficando em casa os 3 primeiros dias, na quinta fui com o meu primo passar o final de tarde com o meu pai, e na sexta passei a noite com o meu primo fazendo o nosso programa preferido que fazemos desde a adolescência, ficar na sala assistindo tv. É até interessante comparar como esse momento se modificou com os anos. Antigamente ficávamos vendo qualquer canal que estivesse passando algo interessante e comíamos algum lanche. Depois de um tempo passamos a assistir DVD de filme ou série. Mais alguns anos depois, tivemos a companhia de um notebook ao mesmo tempo que assistíamos a qualquer coisa na tv e o lanche sempre lá. E hoje em dia, temos o notebook, cada um com seus celulares conectados na abençoada wi-fi, uma TV também conectada na internet exibindo qualquer coisa que a gente quiser ver sem precisar esperar uma programação, e cerveja kkkkkkk O melhor de tudo, é que apesar da conectividade, a interação pessoal não reduziu, apenas estamos ligados a mais coisas ao mesmo tempo. Tanto é, que o meu primo nem dorme mais rsrs.

Tem esse detalhe de “fui pra Itapeva ver minha mãe e meu pai”... Eu e a Caroline estamos praticamente morando a sós. Meu pai só vem fazer bate-volta por causa de uma reunião ou outra em São Paulo. Acho que uma visita a cada 2 meses talvez.
Ele se fixou e começou um negócio em Itapeva. O que é uma das coisas que me faz abrir na mente um leque enorme de possibilidades de acontecimentos futuros.

E por falar em futuro.... Eu definitivamente não estou contente com a minha situação profissional e financeira atual. Estou passando por uma crise enorme de falta de foco. Não sei bem o que aconteceu comigo. Eu costumava ter mais motivação de estudo até um pouco depois do Canadá. Eu sabia bem o que eu queria. Porém as coisas mudaram muito.
Eu fui reconhecido na empresa de forma muito rápida, mas estou ganhando menos do que eu esperava. E a logística tem esse lado “bom”. No início você sobe muito rápido, mas a variação de salário é muito baixa. Mas pode subir a cada ano se você for bom. Já outras áreas, que amigos e primos trabalham, eles ganham 3 a 4 vezes mais que eu, mas fazem a mesma coisa a anos! Então eu estaria mentindo se dissesse que não faço uma comparação e que rola uma insatisfação enorme sobre meu desempenho. Ainda mais quando eu penso que um atendente do outback ganha muito mais do que eu. A logística me diz que no ritmo que eu estou, em mais ou menos 3 ou 4 anos, eu estarei ganhando 3 vezes mais do que eu ganho hoje em dia, mas em 2020 eu terei 29 anos me fodendo de investir em curso e trabalhando pra #!@#%$ pra ganhar o que meus amigos ganham hoje em dia! Fora que a minha dedicação à empresa me atrapalhou muito no desempenho do curso de pós-graduação que estou fazendo. Vou tomar por volta de 6 mil reais de prejuízo para refazer as matérias que eu perdi. Já prevejo um futuro empréstimo para pagar essas matérias, porque eu não tenho e não terei dinheiro pra isso nem tão rápido. O que eu posso fazer, é dar o meu melhor na empresa para ser promovido para um cargo de analista, e aí conseguir o auxílio de pós-graduação. Vai ser uma ajuda e tanto, pois além de aumentar meu salário consideravelmente, eu ainda terei 50% de ajuda no valor das mensalidades (faltam só 15). Acho que consigo esse cargo para daqui 10 meses talvez.

Já faz dois anos que devo um dinheiro pra minha mãe. Eu poderia ter pago já... porém com essa mudança do meu pai, surgiu a necessidade da compra do carro. E com o dinheiro para pagar a minha mãe, eu usei para dar de entrada no carro. A compra do carro parece luxo, ainda mais se tratando de um carro zero. Mas não.
Começa pela reflexão do quanto vale nosso tempo. Sim, nosso tempo de vida. Só pra ter uma ideia, qualquer viagem curta de ônibus em Jundiai, não leva menos que 30 minutos entre sair de casa e chegar ao destino... isso sendo bem otimista, em um cenário perfeito onde o ônibus não atrasa e o lugar é perto. Mas na realidade, em média a gente perde 40 minutos para ir até algum lugar. De casa até o centro por exemplo. E o mesmo trajeto, leva 10 a 15 minutos de carro. Eu não uso o carro pra trabalhar todo dia, mas pra ter mais noção, de ônibus eu saio de casa 6:20 e piso na empresa às 7:30 quando TUDO dá certo. Normalmente não dá certo porque entre os TRÊS ônibus que eu pego, se o primeiro atrasar 1 minuto, eu perco o segundo ônibus, que me faz perder o terceiro. Então quando isso acontece eu chego na empresa 7:50. São 1 hora e 30 minutos de bobeira. De carro, leva 20 minutos. O carro definitivamente não é luxo, é só uma forma de financiar um belo tempo de vida. Tenho certeza que se existisse uma forma de comprar tempo de vida, todo mundo compraria.
Segundo ponto era o custo com táxi. Qualquer corrida até algum lugar útil, em média 6km de casa, não sai menos que R$20. Com esse dinheiro eu ando em média 70 Quilômetros com meu carro. A minha irmã não tem transporte público no horário que ela sai do trabalho aos sábados. Ela iria gastar um pouco mais do que R$80 por mês só de táxi.
Terceiro ponto é a comodidade e conforto com compras ou transporte de qualquer coisa pesada. Principalmente em dias de chuva, diga-se de passagem, já perdi 3 horas de vida em ônibus pra fazer um trajeto de 24 quilômetros que levava 1 hora e meia em um dia sem chuva. 3 horas dá pra ir até Itapeva (300 km de distância) de carro! O que me faz lembrar que para ir pra Itapeva de ônibus, e aproveitar bem a estadia de 1 dia e meio nos finais de semana, eu precisava sair de casa às 19h e chegava em Itapeva 1h da manhã do sábado. Com o custo total aproximado de $200 e 12 horas de vida. De carro, eu gasto a mesma coisa e 6 horas de vida, fora o fato de ter um carro para circular pela cidade sem depender de ninguém.

E por que um carro Zero Km?

Levando em conta que um carro BEM CUIDADO leva em média de 80 mil a 90 mil quilômetros rodados para começar a dar gastos de mecânica, o financiamento de um carro usado com essa quilometragem estava saindo mais caro do que o financiamento de um carro zero por conta das taxas para novos e seminovos. Menos quilometragem que isso, mais caro ainda. Mais quilometragem que isso, menor preço, porém teria os gastos imprevistos com a mecânica. Fora a dor de cabeça de um desfalque do carro em algum momento importante.
Além das prestações estarem custando a metade para mim e para a minha irmã por estarmos pagando juntos, temos um ativo em mãos. Esse carro vale dinheiro, não é um gasto que nunca mais teremos retorno.
Os carros usados que “valem a pena” comprar com alta quilometragem e preço “baixo” seriam os sedãns premium. Como por exemplo um Volvo C30 (já foi meu carro dos sonhos) 2007 por R$30.000,00. Mais barato do que um Agile com 70 mil km rodados que estava por R$32.000,00. Porém é aquela coisa... o C30 é um puta carro, 2.0, consome um pouco mais de gasolina, tem 9 anos mas é um Volvo... porém já são 9 anos né? Se não aconteceu alguma merda acidental com ele nesse meio tempo, a mecânica vai começar a “reclamar”. E a manutenção de um carrinho desse pode dar mais do que dois salários meu :/ Por isso que quem tem condições de comprar as linhas premium, não passam tanto tempo com o carro. A não ser que se trate de um BMW, AUDI, Mercedes... É Ooooooooutro nível. São carros de 15 anos no mínimo sem dar problema. Mas começam na casa dos R$90.000.
Eu mesmo sou louco para ter um BMW antigo quadradinho. Um bem conservado se acha entre 30 a 40 mil. Porém é muito arriscado. Mas um dia eu terei um! ANOTA Aí!

Agora voltando à minha vida... Tem essa grana pra pagar a minha mãe, mais a grana pra pagar as disciplinas na faculdade, o tempo para ser promovido e melhorar de dinheiro, e o tempo para pagar a faculdade. Uma das coisas que eu sei que vai resolver tudo, é trabalhar alguns meses ganhando em dólar. Qualquer trabalho ganhando em dólar vai resolver essa situação em 6 meses. Então uma das coisas que eu estou pensando que vai rolar, é que em 1 ano e meio ou 3 anos eu saia do Brasil novamente pra fazer um pé de meia. Lógico que até lá eu quero ter pago todas as dívidas, mas vou fazer isso pela experiência e para recuperar o dinheiro perdido com mais facilidade. Se eu não fizer isso, eu vou ter que trabalhar no outback.

Mas deixando o exagero um pouco de lado... Tenho grandes decisões para tomar assim que eu terminar a minha pós graduação. Depois que isso acontecer, minha vida vai mudar muito. Não por consequência do certificado e blablabla, mas porque eu só não tomei algumas atitudes ainda por conta do curso. Por isso que às vezes penso em largá-lo já quase na reta final. Quero fazer algo que me deixe bem, quero ser feliz de um jeito e não posso porque estou preso nesse curso. Então a última conta pra pagar à FGV será também o marco de uma nova trajetória na minha vida. Pode acontecer de tudo até lá, claro. Afinal é a vida do Paulo Henrique né? Dá até medo só de pensar no que pode acontecer. Mas resumindo, se eu estiver contente no meu cargo quando esse dia chegar, eu apenas vou começar a investir pesado em concurso público e me dedicar muito! Porque eu VOU passar! Caso eu não esteja contente, eu vou considerar me mudar para Itapeva ou para outra cidade. Quero coisas novas na minha vida.
Agora... sendo bem realista... só há uma coisa capaz de FERRAR todos os meus planos, que é me apaixonar. Se isso acontecer, eu vou ficar com muita raiva e vou precisar agir como uma máquina. Ou eu corto pela raíz um provável futuro amor sendo um cuzão com a garota e sumindo da vida dela, ou eu corto os meus planos. É uma coisa difícil de se dizer, pois eu me conheço bem quando eu estou apaixonado. Eu fico cego para o meu próprio bem estar. Por isso eu odeio tanto.
A última vez foi uma bosta. Sim, terminei meu namoro. EU terminei. Simplesmente porque estava uma bosta gostar de uma garota que não gostava mais de mim. Não vou entrar em detalhes, mas foi isso e eu tenho certeza do que eu estou falando.

Com o término do namoro, surgiu a minha autovalorização. Eu meio que estou voltando ao PH das antigas, e uma coisa que eu decidi fazer foi começar a me exercitar. Cortei Netflix (dor no coração) e o spotify (outra dor no coração) para ter um pouquinho mais de dinheiro e fazer academia com mais tranquilidade econômica.
Pra minha sorte, eu tenho memória muscular do tempo que eu treinei pesado. E estou recuperando meu corpo muito rápido! Ganhei 3 kg já no primeiro mês. Algumas camisetas já apertaram e um pijama não serve mais direito. Outra coisa que vou reduzir MUITO, é o consumo de cerveja. Eu gosto pra caramba, mas terei que reduzir a uma por mês no máximo. Porque qualquer bebida alcoólica inibe a produção de testosterona que é essencial no desenvolvimento dos músculos. Então não é só porque atrapalha o rendimento e que o PH está querendo ser fitness, é questão de dar valor ao meu dinheiro mesmo. Adianta nada eu querer uma vida saudável, e ter 25% do que eu estou investindo. Então, se eu já bebia pouco, agora eu vou beber menos ainda. Nunca fiz questão mesmo.

No mais, acho que é só. Escrevi muito na verdade!

Até sei lá quando de novo.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Empresa, faculdade, show, dia foda

Algumas coisas diferentes aconteceram da última postagem pra cá.

Por exemplo, aquele chefe que eu arrumei confusão nos primeiros dias de minha nova função, foi mandado embora.
Eu tenho um certo feeling pra saber dessas coisas com antecedência, incrível!

Trabalhar nessa nova unidade tem sido bem enriquecedor, e está me ensinando a sobreviver em uma empresa de cobras. Lá tem um clima muito pesado de competição, e não dá pra confiar em muita gente. Da gestão e administração da empresa, dá pra contar nos dedos em quantos eu confio. A gerente de site, a qual é a única pessoa que respondo, tem uma cabeça muito maleável. Ela vai na onda de qualquer um, e quando estão tentando convencer ela de algo ruim, é uma luta só para provar que as coisas não são bem como estão passando pra ela. Tem sido muito cansativo e nada saudável trabalhar lá. Tenho que fazer o meu trabalho, me defenter e atacar ao mesmo tempo. Eu não ataco para fazer mal, eu ataco só para evitar de ser atacado. Para mostrar que eu também tenho minhas cartas na manga. Enfim, é uma bosta sempre vim ao blog pra falar de coisa da empresa.

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Eu e a minha irmã compramos um carro!!!!!!
Foi uma baita de uma conquista pra nós. Agora vamos estudar um jeito de pagar um seguro, e mais pra frente um som e demais acessórios. Carro sem música não dá.

Foto

 

Estou em um dilema com a faculdade. Não estou mais satisfeito com o curso e a faculdade. Meio que sinto que isso parece dinheiro jogado no lixo. Em alguns momentos eu vejo que está me enriquecendo, mas acho que eu poderia adquirir esse conhecimento por um custo mais baixo. A FGV é um pouco cara mesmo, mas ajuda no curriculo. É a verdade. Porque a FGV BOA mesmo, fica na Av. Paulista e as aulas são dadas em classe. As da partição que eu estudo, são dadas no RJ e televisionadas para as demais unidades pelo Brasil. O suporte do professor é totalmente diferente.
Pensei em sair do curso, ou trocar para sábado. Mas já estou reconsiderando tudo de novo. Preciso fazer algo nessa vida.

 

Eeeeeeeeeeeeeeee… março tem LollaPalooza!!!!! Putz, estou muito ancioso! Terá of monsters and men, Mumford n sons, The joy formidable, Zed, e outros menos legais. Mas esses eu quero ver, e vou ver! O único que vou perder por ser no outro dia, será Florence.

 

E ontem, aproveitei o meu dia como a muito tempo eu não aproveitava! Fui em uma cachoeira!! Mas o dia em si que tomou muito tempo, teve muitas conversas boas, muitas risadas, muitas cenas engraçadas, e tudo mais. Foi muito bom!
Preciso voltar a fazer esse tipo de coisa com mais frequência. Meio que me renova de uma forma que nenhuma outra coisa consegue fazer igual.

 

That’s all