terça-feira, 31 de agosto de 2010

Paranormalidades

Não me lembro se já comentei algo sobre isso aqui no blog. Mas resumindo, acontecem umas coisas estranhas comigo. E já foi algo que me assustou muito, mas estou acostumado já.

Me dei conta que faz um tempo que não vejo essas coisas. A ultima vez, foi à umas 2 ou 3 semanas, que eu ouvia alguém andando na casa (o chão é oco e de madeira, então faz um barulho chato) e pra variar, meu cachorro fica seguindo a tal coisa que estava andando. Veio até meu quarto, me observou um pouco e simplesmente não saiu dali, e meu cachorro voltou a andar pela casa, mas dessa vez só o barulho das patas dele mesmo. Eu sei que ele sente a presença, porque ele fica com o olhar fixo nos lugares que estou sentindo presença também. Se ele conseguisse enxergar algo, ele iria latir. Depois disso, só sinto a presença mesmo, e só em algumas noites, mas não tenho medo porque é algo que não vejo e não me faz mal algum também, apenas me visita de noite e algumas vezes de dia também.

Minha mãe conta que quando eu tinha uns 2 ou 3 anos, eu tinha um amigo imaginário, conversava com ele, e brincava como um amigo mesmo, mas eu não lembro dele nessa idade. Depois diz que parei de falar nele. Porém uns anos depois, muitos anos, eu devia ter uns 13 ou 14 anos, eu estava vendo fotos da minha infância, meus amigos, festinhas de aniversário, e senti a falta de um amigo meu nas fotos, que estava sempre comigo na hora do recreio. Aí eu falei pra minha mãe: “- Só não tem foto com o Vinícios :/ “ . Minha mãe ficou intrigada, porque eu não tinha um amiguinho com esse nome no colégio, e que “Vinícios” era o nome do meu amigo imaginário, rsrs. Mas eu lembro perfeitamente dele, e só aí que me dei conta de alguns mistérios dele; eu não sabia qual era a série dele, só o via nos intervalos, ele participava de todas as brincadeiras comigo, mas só eu que falava com ele, e eu nunca vi ele brincar com outras crianças, nem ir embora com algum dos pais. Até aqui eu achava ser um garotinho normal.

Minha primeira visão foi em 2001, no apartamento. Estava só eu e minha irmã de tarde, brincando no quarto, até que eu tive que sair pra fazer algo, e então, quando eu estava voltando pro quarto, eu passei pela entrada da cozinha e vi uma velhinha sentada como se estivesse tomando café, vi ela de perfil. Eu fiquei meio assustado, achando que era alguma senhora que errou de apartamento, fiquei um tempo esperando ela me olhar, então aquilo me assustava e saí dali, mas não deu 5 segundos decidi voltar pra falar com ela, e quando eu voltei ela não estava mais lá. Depois disso eu chorava só de contar para os meus pais sobre a velhinha misteriosa. E nessa idade, eu me lembro muito bem, das vezes que minha intuição começou a me assustar. Acredito ter sido a idade que eu alcancei pra despertar alguma espécie de dom. Eu previa acontecimentos facilmente, como resultados de problemas matemáticos, respostas de quiz da revista recreio, cartinhas de yu-gi-oh que ainda ia tirar da embalagem. E nunca consegui me aproveitar de minhas previsões. Como por exemplo, aqueles programas que você tinha que ligar e dizer em que quadradinhos estavam o grande premio em dinheiro, ou quantas bolinhas de gude tinha no tal pote. E outra vez sonhei com o número da megasena. Mas sempre tudo conspirou para que eu não me aproveitasse dessas coisas. E depois aprendi, que se temos um dom, nós não podemos usá-lo para nosso próprio bem, e sim ajudar outras pessoas. É o que fazem os videntes.

Tempos depois, eu tive uma visão ruim. Eu estava na 6ª série, e estudava em um colégio antigo, que conseqüentemente tinha construções abandonadas. Em uma delas, eu e 2 amigos resolvemos nos aventurar de noite. Me lembro que ninguém entrava lá, e tinha um corredor com 5 portas, 4 laterais e 1 no final. Queríamos chegar nela, não dava pra ver nada lá, estava muito escuro, e então um de meus amigos ouviu algo. Era um cochicho assustador, mas eu e o outro achamos que era ele fazendo gracinha, então ele pediu para que tampássemos a boca dele pra ver que não era ele. Fizemos isso, e ao mesmo tempo nós muito babacas estávamos parados no corredor. Então, mesmo com as duas mãos cobrindo a boca do brincalhão maldito, ouvimos mais forte ainda o sussurro, e ele dizia “Sai!” , e o pior foi saber da onde vinha aquela voz. Era do final do corredor, e um velho inteiramente branco aparecia na porta, ele não tinha as pernas mas se mantinha no ar , e ao redor dele, tinha algo como uma fumaça branca, e ele não gostava nada da gente estar ali no corredor. Foi um dos dias que eu mais corri na minha vida. Um lugar que demorou tanto pra chegar, a gente saiu de lá, e ainda saiu do colégio, em frações de segundos. Não lembro nem o caminho que eu fiz pra sair de lá, eu só lembro de já ter saído do colégio, e nós três chorando de desespero, juntando um monte de gente ao nosso redor, achando que estávamos feridos ou algo do tipo. Foi comentário pelo resto do mês. E viramos praticamente guias turísticos daquele lugar quando estava de dia, todo mundo queria ver o que nós vimos, mas nunca se teve relatos de outras pessoas, e então pegamos fama de maricas ò_ó Mas eu sei muito bem o que eu vi.

Fora isso, aconteceram mais coisas comigo, porém do nível que eu classifico como “leve”. São apenas vultos e sentir presença. E os que eu classifico como “médio”, são as interações com objetos. Esses eu tenho 2 lembranças. Uma delas, é o motivo de eu não deixar mais bancos de plástico no quarto, que foi porque eu acordei com um se arrastando pelo meu quarto até voltar para o devido lugar que ele estava. A tal coisa deveria estar revoltada, porque pareciam chutes no banco. E a outra vez, foi quando os objetos eletrônicos de casa, resolveram brincar comigo. Começou com o despertador programado pra uma hora que ninguém programava, depois que desliguei ele, o som da sala começou a tocar, desliguei o som e a televisão ligou, desliguei a televisão, o rádio do quarto começou a tocar, só depois que desliguei ele, que pararam com a brincadeira. Mas ainda assim liguei assustado pro meu pai comentando o fato.

Teve uma vez que uma menina estava dando risadas de baixo da minha cama. No início eu achei que fosse minha irmã, e então apenas perguntei o que ela estava fazendo lá, e com um tom de voz bem humorado falou pra mim: “- nada ”. E logo em seguida minha irmã me aparece saindo do quarto dela. Aquilo me fez arrepiar inteiro.

Teve vezes que eu senti alguém deitar comigo, a ponto da cama afundar, e era ninguém.

Os últimos que eu vi com muita riquesa de detalhes, foi um jovem que entrou no elevador e não estava mais lá, e o outro foi um homem MUITO alto, me acordando, chamando pelo meu nome. Ele devia ter mais de 2 metros de altura tranquilamente, era da altura de uma porta, e eu sei porque ele estava do lado da porta de meu quarto.

Teve um que foi bastante curioso. Era uma espécie de fumacinha preta no apartamento. Eu estava comendo e a vi entre as cadeiras da mesa, estava ali como se estivesse me olhando. Era do tamanho de uma criança de 8 anos mais ou menos. Eu fiquei encarando e então começou a se mover, andou pela sala e foi para o corredor do quartos, e ficou mais uma vez, parada ali. Quando eu me levantei, eu precisava ir até o corredor, e então ela entrou no meu quarto e sumiu. Fiquei com medo de olhar na hora, mas acendi a luz, discuti um pouco com o nada pedindo que pelo menos me deixasse dormir, e que se pudesse ir embora eu também agradeceria pois sinto a presença. E na mesma hora ela sumiu.

Tenhos sonhos e uma teoria sobre possíveis vidas passadas minhas, mas deixo pra escrever sobre isso outra hora.

Obrigado ^^

"Hoje acordei, com meus sentimentos na ponta do lápis, e com minhas lembranças enxarcando meus olhos..." (Gabriel Solia)

Eis uma coisa que eu estou tendo que aprender a lidar; as lembranças de meu passado. Os acontecimentos mais difíceis foram os de se distanciar das grandes amizades contruidas em lugares que vivi. E isso já me aconteceu 3 vezes. Mas aprendi uma técnica...

Quando temos uma pessoa muito querida em nossas vidas, temos uma imagem perfeita dela em nossas mentes. Sonhamos com essas pessoas, e nossos sonhos as colocam em diversas situações. Então, quando não posso ter em vista essas pessoas, eu as imagino. Ora momentos que trazem a tristeza e o vazio no coração, ora felicidade e empolgação. Eu adoro lembrar das pessoas, no modo em que eu mais gosto de lhes ver... sorrindo. Aqueles momentos das boas conversas, que chegam a render horas e nem se nota o tempo passar. E as demonstrações de afeto e lealdade.
É assim que eu às vejo quando não estão mais perto de mim.


"Amigos são aqueles que fazem os momentos se tornarem eternos...
Fazem do passado lembranças de felicidade...
Do futuro esperança de que sempre estarão juntos...
E do presente continuidade do passado e o inicio da realização do futuro"
Christyan Gonçalves


"A distância é o triste fato de que estamos longe de quem amamos. Com a distancia, as lembranças se tornam um atalho ilusório da pessoa amada. E o que as duas ocasionam? A saudade"
Renato Claros

domingo, 29 de agosto de 2010

Uma boa pergunta, para uma boa discussão

Nossas vidas são definidas pelas oportunidades, mesmo aquelas que perdemos ?

Eu particularmente adorei essa pergunta que me fizeram lá no meu formspring.me. Eu dei uma resposta não tão completa quanto eu acho que mereça. Por ser muito pessoal, ela pode possuir uma variedade de respostas. Tudo vai do ponto de vista de cada pessoa que a responde. Eu tentei dar uma resposta generalisada, tentando atingir a todos os pontos de vista.

Porém tenho a minha resposta pessoal pra ela.

Acredito eu, que oportunidade são obras do destino, que a propósito, já está "escrito" todas as nossas escolhas e os consequentes acontecimentos, onde tudo tem uma boa razão pra acontecer. E oportunidades pra mim, são verdadeiros dilemas. Mas infelizmente, por mais que eu queira tomar um caminho, eu ainda não posso ter esse luxo de escolher 100% da trajetória de minha vida. Ainda vivo com meus pais e minha vida está presa à deles. E recentemente minha vida tomou um rumo o qual eu não esperava tão rapido. Foi uma oportunidade que eu achei que quando ela surgisse eu poderia escolher aceitá-la ou não. Se não tivesse sido tão cedo, e eu já fosse 100% dono de minha vida, certamente eu a tornaria uma oportunidade optativa. Eu iria viver minha vida como estava, e só a aceitaria se eu não tivesse mais motivos para continuar como estava.

Porém, eu acredito que o velho "trilho" ainda está lá, e quando eu for o condutor dessa minha vida, eu poderei retornar a esses trilhos.

Nossas vidas são definidas pelas oportunidades, mesmo aquelas que perdemos ?

Hum, é uma boa pergunta :) Acho que de certa forma, se perdermos uma oportunidade, resulta em uma outra trajetória para nossas vidas. Porém essa oportunidade também pode ser um caminho optativo, ou seja, decidimos quando vamos aceitá-la. A mesma oportunidade pode surgir mais de uma vez também. Tudo depende dos efeitos que ela estabelece. Resumindo e indo direto à resposta... Acho que não. Pois ela pode ser "neutra", e não influenciar nossas vidas caso nós a rejeitemos.

Pergunte

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Guerra interna

Atualmente...

Estou brigando comigo mesmo, com os pensamentos que não cessam.

Os planos que entram em conflito e ficam discutindo uns com os outros dentro de minha cabeça.

Minhas memórias jogando na minha cara todos os bons momentos que tive e deixei de ter.

Basta eu parar de me distrair, ficar um único segundo sem ter no que pensar, que a guerra começa.

Pensamentos covardes, que discutem com um coração que ainda está se recuperando.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

O Coração Mais Belo


Conta a lenda que um jovem estava no centro da cidade, proclamando ter o coração mais belo da região. Uma multidão o cercou e todos admiraram o seu coração. Não havia marca ou qualquer outro defeito.

Todos concordaram que aquele era o coração mais belo que já tinham visto e o jovem continuou muito orgulhoso por seu belo coração até que de repente, um velho apareceu diante da multidão e disse:
- Por que o coração do jovem não é tão bonito quanto o meu?

A multidão e o jovem olharam para o coração do velho, que estava batendo com vigor, mas tinha muitas cicatrizes. Havia locais em que pedaços tinham sido removidos e outros tinham sido colocados no lugar, mas estes não encaixavam direito, causando muitas irregularidades.

Em alguns pontos do coração, faltavam pedaços. O jovem olhou para o coração do velho e disse:
- O senhor deve estar brincando... compare nossos corações. O meu está perfeito, intacto e o seu é uma mistura de cicatrizes e buracos!

- Sim, disse o velho.

- Olhando, o seu coração parece perfeito, mas eu não trocaria o meu pelo seu. Veja, cada cicatriz representa uma pessoa para a qual eu dei o meu amor. Tirei um pedaço do meu coração e dei para cada uma dessas pessoas. Muitas delas deram-me também um pedaço do próprio coração para que eu colocasse no meu, mas, como os pedaços não eram exatamente iguais, há irregularidades. Mas eu as estimo, porque me fazem lembrar do amor que compartilhamos.

E cheio de emoção falou:
- Algumas vezes, dei pedaços do meu coração a quem não me retribuiu, por isso, há buracos. Eles doem. Ficam abertos, lembrando-me do amor que senti por essas pessoas... Um dia espero que elas retribuam, preenchendo esse vazio.

Silenciou um pouco e perguntou:
- E aí, jovem? Agora você entende o que é a verdadeira beleza?

O jovem ficou calado e lágrimas escorriam pelo seu rosto. Ele aproximou-se do velho. Tirou um pedaço de seu perfeito e jovem coração e ofereceu ao velho, que retribuiu o gesto.

O jovem olhou para o seu coração, não mais perfeito como antes, mas mais belo que nunca. Os dois se abraçaram e saíram caminhando lado a lado e o jovem ficou pensando:
"Como deve ser triste passar a vida com o coração intacto".

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

GOLF!









De volta pra casa....

Inevitável



Conseguiu trazer minha felicidade de volta

Com palavras, me mostrou que a vida não é tão complicada quanto eu pensava

Mudou meus modos de encarar os acontecimentos da vida

Uma presença tão cativante, que me faz sorrir pelo simples fato de aparecer em minhas memórias

Creio que ambas as mentes não tem ao que temer, quando se tem só boas recordações

O tempo pode intimidar as memórias, mas elas o encararão como remédio para a única dor que lhes foi causada

Admiro-lhe tanto

Ser Feliz

"Posso ter defeitos, viver ansioso
e ficar irritado algumas vezes mas
não esqueço de que minha vida é a
maior empresa do mundo, e posso
evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale
a pena viver apesar de todos os
desafios, incompreensões e períodos
de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos
problemas e se tornar um autor
da própria história. É atravessar
desertos fora de si, mas ser capaz de
encontrar um oásis no recôndito da
sua alma.

É agradecer a Deus a cada manhã
pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios
sentimentos.

É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um "não".

É ter segurança para receber uma
crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?

Guardo todas, um dia vou construir
um castelo…"

Fernando Pessoa

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Escrevo para me distrair

Duas semanas ...
Bom, estou em minha cidade natal. E esses dias eu me dei conta de que foi o menor intervalo de tempo que eu fiz de uma visita pra outra. E é o maior tempo já passado não envolvendo férias. Tudo bem que eu nasci nessa cidade, mas se morei 2 anos foi muito, e não lembro.
Antes, em minhas visitas à cidade, era só para me encontrar com parentes, então ficávamos todos na casa de minha vó, sempre teve bagunça de família, e aquilo me bastava. Pessoas fora da família... não conhecia nenhuma.
Já a minha irmã, está morando a 8 meses na cidade, fez muitas amizades, inclusive, mais amizades do que ela já teve em 3 anos em Aracaju, rsrs (TENSO)
Durante esses dias de minha visita, já conheci algumas pessoas. Tá, conhecer MESMO MESMO, de bater papo e tal, só as amigas de minha irmã. No início eu me sentia meio desconfortável, em ser o único homem no meio de um monte de mulher. Desconfortável, no sentido de ter tanta gente ao meu redor, que já tem um nível de afinidade bem avançado, e eu sem saber como poder ser agradável. Mas pra minha sorte, todas elas são bem simpáticas, sabem conversar, e são engraçadas. Então, acho que não tem ninguém que se sentiria deslocado perto de pessoas como essas.
Me matriculei numa academia semana passada. Era uma das salvações para alguns minutos de meu dia entediado. E já tinha em mente voltar a fazer mesmo. Falar nisso, me fez lembrar que a primeira vez que entrei numa academia, foi por indicações de um médico. Eu tinha meus 14 anos e era extremamente magro. Eu comia a mesma quantidade que meu pai, e às vezes até mais, e não engordava nem 1kg. A solução foi passar o trabalho de engordar o Paulo Henrique, para os músculos. Foi uma época não muito boa para minha personalidade, porque eu estava no 1º ano, só fazia estudar e malhar. Fiquei igual aqueles tipos de moleques, que eu detesto hoje em dia, que só sabia falar de academia. Tudo era; eu pego tantos quilos, eu faço tal exercício... Argh. Odeio me lembrar que já fui assim. E não era aquela coisa de; “sou o fortão e posso ficar com um monte de garotas”. Eu nunca fui desse tipo de gente da “pegação”. Eu gostava mesmo, era do título de “fortão cdf”. Gostava de ver os caras do fundão serem inconformados comigo, por ter mais atenção de mulheres do que eles , e eu ter as melhores notas da sala. Mal sabiam eles, que eu não fazia mais nada da vida, além de malhar e estudar. Um ano de academia pra mim, foi o suficiente para ficar satisfeito. Depois eu só quis continuar porque, academia realmente me proporciona um bem estar muito agradável. Eu fico bem humorado, e acredite, melhora os meus desempenhos com estudos (também já provado cientificamente). Um belo dia, eu estava na academia apenas cumprindo protocolo, e me dei conta do que eu estava fazendo de minha vida. As pessoas ao meu redor, não eram nada interessantes. Tinha gente de todas as idades, mas com aquela mentalidade que eu tive aos meus 14 anos, até os mais velhos. Eu fiquei inconformado com aquilo... de estar em um ambiente o qual eu não via pessoas interessantes para poder conversar. Decidi que não era aquilo que eu queria e que poderia investir o dinheiro da mensalidade em algo produtivo pra mim. Sai da academia, e fui fazer um curso :D
Depois desse curso, eu não fiz mais nada. Apenas continuei a vida normal de um estudante básico (sem outras atividades fora da escola).
Concluindo, voltei à academia, pra me sentir bem, pra ocupar meu tempo, pra tentar conhecer gente nova, e pra recuperar quase 10 quilos que eu perdi quando peguei dengue (velha história).

Bom... é isso

Obrigado pela paciência ^^


Não dá pra fingir que não aconteceu nada. Tudo que eu queria, era poder ver essa série de acontecimentos, com outros olhos.

Ei! Sorria...

"Ei! Sorria... Mas não se esconda atrás desse sorriso...
Mostre aquilo que você é, sem medo.
Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu.
Viva! Tente! A vida não passa de uma tentativa.
Ei! Ame acima de tudo, ame a tudo e a todos.
Não feche os olhos para a sujeira do mundo, não ignore a fome!
Esqueça a bomba, mas antes, faça algo para combatê-la, mesmo que se sinta incapaz.
Procure o que há de bom em tudo e em todos.
Não faça dos defeitos uma distancia, e sim, uma aproximação.
Aceite! A vida, as pessoas, faça delas a sua razão de viver.
Entenda! Entenda as pessoas que pensam diferente de você, não as reprove.
Ei! Olhe... Olhe a sua volta, quantos amigos...
Você já tornou alguém feliz hoje?
Ou fez alguém sofrer com o seu egoísmo?
Ei! Não corra. Para que tanta pressa? Corra apenas para dentro de você.
Sonhe! Mas não prejudique ninguém e não transforme seu sonho em fuga.
Acredite! Espere! Sempre haverá uma saída, sempre brilhará uma estrela.
Chore! Lute! Faça aquilo que gosta, sinta o que há dentro de você.
Ei! Ouça... Escute o que as outras pessoas têm a dizer, é importante.
Suba... faça dos obstáculos degraus para aquilo que você acha supremo,
Mas não esqueça daqueles que não conseguem subir a escada da vida.
Ei! Descubra! Descubra aquilo que há de bom dentro de você.
Procure acima de tudo ser gente, eu também vou tentar.
Ei! Você... não vá embora.
Eu preciso dizer-lhe que... te adoro, simplesmente porque você existe."


Charles Chaplin

terça-feira, 10 de agosto de 2010

O que que há velhinho?




Coloquei esse título simplesmente porque foi a primeira coisa que veio em minha mente.

Então... Eu estou muito desocupado esses dias. Estou na minha cidade natal, só conheço parentes, e todos estão trabalhando ou estudando, então terei esse tempo à toa por mais umas 3 semanas eu acho, até eu me mudar para a devida cidade onde minha vida irá praticamente recomeçar. Mas enquanto ela não recomeça, o que eu fico fazendo?

EU PENSO

e isso é ruim, porque eu REALMENTE penso MUITO. Já refleti sobre minhas crenças, sobre o que devo acreditar na vida, sobre até mesmo em entrar pra essa modinha de fazer canal no youtube, falar merda, e ficar famoso (isso dá certo), mas EU?! O PAULO HENRIQUE!? Aderir a modinhas realmente não é comigo. Digo modinha porque está uma modinha mesmo. Mas tenho outras coisas pra fazer sim, pois fazer desse blog um Vblog (blog em vídeo) seria muita falta de opção mesmo.
Tá, aí você me pergunta: - Mas com todo esse tédio, o que mais você tem pra fazer?

Bom... eu tenho um livro aqui pra ler, que eu sabia que tinha em casa mas à séculos eu não o achava. Na mudança eu achei, trouxe ele comigo, mas ainda não li muito, porque necessita ficar parado, e quando eu fico muito tempo parado, meus dedos começam a gelar (8°C) e me desconcentro, com vontade de aquecer as mãos. Então eu fico vendo seriados, tá... não são SERIADOS, é um único seriado, mas depois vem outros, entende? então.. fico assistindo The big bang theory. Depois disso, eu fico querendo ouvir musica, mas os visinhos aqui são muito chatos, então não posso ouvir do meu jeito especial. Olho para o ipod, ele olha pra mim, e penso: " ouvir musica tudo bem, mas parado nesse frio?", aí acabo tendo surtos de falta do que fazer, e saio de casa ouvindo musica.
Tá, eu saí de casa, fico um tempo parado na frente do portão pensando para onde eu vou... Aí começa outro dilema, que na verdade nem é uma escolha tão difícil, porque é a única opção. Sair para andar pelo comércio é até legal, mas o que me incomoda é a quantidade de gente olhando pra mim. Você pode até pensar: "- Nossa que cara egocêntrico!". Mas não é isso... é que nessa cidade, todo mundo se conhece, pode até não se falar, mas sabem da vida de todo mundo. Aí sabem que não moro aqui. As meninas com um olhar de que ficam se perguntando quem me conhece (fazem questão de "se perguntarem" alto, quando estou passando) ok, está parecendo que sou egocêntrico, mas só quero escrever o que realmente acontece ué. Os caras/manos ficam com um olhar de; "quem é esse aí?", e os idosos em geral, encaram muito, tentando buscar traços de velhos amigos em minha genética, se assim posso dizer.
No final das contas, sempre acabo procurando algo pra consumir. Adoro suco de laranja. E caldo de cana também. Mas esses dias não achei caldo de cana, e tomei suco de laranja. Por falar em caldo de cana, eu quando digo que adoro, os parentes sempre vem com a piadinha;"-Nossa, mas com toda essa calma natural sua, você ainda toma caldo de cana, mimimi". Aff. Mas eu tomo pra me dar disposição! sempre tomei! e sempre funcionou! Não entendo porque na maioria das pessoas o efeito é de deixar calmo. Se tem alguém estranho nessa estória, esse 'alguém" são eles, simplesmente porque caldo de cana, tem MUITO açucar! ou seja; muita glicose, sacarose e frutose!!!
Fontes de energia para o corpo...

Qualquer dia eu farei um tour pela minha cidade, tirar foto de tudo o que dá pra fazer e postar aqui. A cidade é bonita sabe... eu gosto... as opções não são muitas, mas também não enjoam, são ambientes legais.

Estou com umas idéias legais para esse blog. Mas só vão começar quando eu me fixar e tiver novamente um PC só pra mim. Quero ocupar minha mente ao máximo possivel. Daqui um tempo saberá o que estarei fazendo de minha vida. Porque por enquanto estou em stand-by.

Bom, é isso... Obrigado

E não esqueça de comprar manteiga de cacau quando viajar para um lugar frio, dica de amigo ;)


OFERECIMENTO:

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Sabe...

Podemos ler diversos textos em que tentam nos motivar a aproveitar cada segundo de vida como se fosse o último e blablabla, mas nunca funciona... Assim que lemos o texto, saímos encantados mas raramente levamos o tal texto para dentro de nossas vidas.

Mas já experimentou parar para relembrar toda a sua vida até hoje? sobre cada pessoa que passou por você, cada ambiente que conviveu por um determinado tempo, cada frase dita e cada reação obtida, cada oportunidade que poderia mudar 100% sua vida tanto pra melhor quanto pra pior. Suas vitorias e derrotas, e o que o levou a elas. Parar pra pensar que cada decisão sua, não é realmente sua. Você é apenas o personagem escolhido pelo “Sr. Destino”, para viver mais uma de suas estórias.

Tudo isso é muita loucura, mas é o produto de minha mente quando tenho nada pra fazer e um blog pra escrever.

Obrigado

quinta-feira, 5 de agosto de 2010