terça-feira, 12 de outubro de 2010

Meu lado “bad boy”

Vou comentar algumas coisas que fiz nos bons tempos.

- Quando eu era pequeno (pré 1 ao pré 3 – antes da primeira série), na hora do recreio eu entrava no castelinho, tirava quem estava lá, e ficava da parte de cima jogando areia bem aos pouquinhos nas crianças que passavam em baixo.

- Eu pedia um tiquinho de massinha pra todos os colegas só pra adicionar na minha massinha e ela ficar maior que a de todo mundo.

- Nas brincadeiras de queimada, eu me aproveitava de ser rapido, e ficava na frente das crianças lerdas para mirarem em mim e acertarem os lerdos que ficavam atrás.

- Já na 2ª série, me lembro da minha primeira vez que passei cola errada. Escrevi algo errado pra mostrar pro “zoiudo” do lado e acredite se quiser, eu lembro que era algo sobre o que os bandeirantes queriam nas nossas terras, e eu escrevi “peixe” pro menino colar errado. hehe

- Ainda na 2ª série, me lembro muito bem de um gorducho metido pra caramba que veio de Eldorado e já sabia a tabuada antes da professora ensinar. Ele respondia as coisas todo afobado só pra ser o primeiro a responder. Um dia vi que ele olhava a tabuada (toda bonitinha, com letra bonitinha e cheia de mimimi) no verso da capa do caderno dele. Esperei a hora do recreio, fui lá e mudei um monte de valor.

- Convenci um monte de meninos, que a menina bonitinha da sala era bruxa e que não deviam olhar diretamente nos olhos dela.

- Já na 3ª série, eu desenhava muito bem a Andróide 18 do Dragon Ball Z, e desenhava ela pelada (só os peitos) para os muleques da sala.

- Já na 5ª série (a época que surgiu a Oi celulares), todo mundo começou a ter celular. E no dia dos jogos escolares, na hora do jogo de basket feminino, com as malditas meninas chatas que me arranhavam nos treinos, todas elas deixaram os celulares onde estavam sentadas esperando a hora de jogar, então fui lá e desliguei um por um.

- Na 6ª série foi O ano. Eu fui estudar em um colégio publico e aprendi tudo o que não devia. Aprendi palavrão, gírias de malandro, brincadeiras estúpidas, etc. Lá nesse colégio, o quadro era de giz. Juntava todo aquele pó no suporte de baixo da lousa e depois era jogado fora. Ahh… que desperdício, arranjei um uso pra ele. Certo dia, quando não teve aula depois do intervalo, eu aproveitei que todo mundo não estava na sala, e fui juntando todo aquele pó. Depois apoei uma carteira em baixo do ventilador de parede, subi nela e despejei todo aquele pó em cima daquela carcaça que reveste o motor dele atrás da hélice. E sentei ali mesmo. Quando voltou a ter aula, a negada morrendo de calor, todos suados de ficar brincando um tempão, ligaram o ventilador. Foi lindo ver aquele pó descendo bem devagarinho, deixando o cabelo da mulecada cheio de pontinhos, e os materiais também. E o pior era quem passava a mão pra tirar, acabava riscando as coisas que estavam sujas. rsrs

- No mesmo colégio, com pó de giz também, eu estava com muita raiva da professora de história, então eu passei pó na cadeira dela inteirinha. E eu poderia ter feito coisas piores, mas o legal disso é que ela só usava vestido de veludo, então aquela sujeira que o pó deixa, não saia nem passando a mão, só piorava. Ela se sentou com tanto gosto que eu soltei um risinho e ela percebeu que eu ri. E quando se levantou pra dar aula e ficou de costas pra turma TODO MUNDO riu. Ela não pode me acusar, mas me marcou.

- Nesse colégio era servido a merenda, e às vezes tinha bolacha maria. Aí fiz meu primeiro trocadilho infame, espalhando pra mulecada que naquele dia todo mundo ia comer a Maria (Que era também o nome de uma menina muito metida à gostosona). Aí deu a merda, a negada gostou da brincadeira e não pararam de atormentar a menina.

- Tinha um professor que eu não entendia como ele tinha um carro tão legal pelo tipo de vida que ele tinha. O pessoal dizia que ele podia ter aquele carro legal, mas não tinha dinheiro nem pra lavar ele. E eu quis tirar a prova disso. Peguei um intervalo inteiro só pra sujar o carro dele. Fui onde tinha um monte de um fruto lá e comecei a fazer a meleca com esse fruto, e depois passei no carro dele. Aconteceu que ficou sujo mesmo, e ele deixou pra sujeira sair com o tempo.

- Já na 7ª série eu voltei para colégio particular, e aquietei. A única coisa que fiz foi incrementar saliva nas bolinhas de papel impulsionadas pelo tubo de caneta.

Foi-se a época da despreocupação com a vida. Hoje em dia meu tipo de “maldade” é leve. Gosto por exemplo, de ir na pizzaria, e na hora que o garçom for me servir, eu pedir o sabor que faça com que ele tenha que girar a pizza toda pra pegar uma fatia XD Ou dar uma de besta fingindo que não ouvi que algum ingrediente está em falta e continuar a pedir coisas com o tal ingrediente.

Obrigado ^^

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