domingo, 28 de novembro de 2010

Na verdade, na verdade… eu queria mudança

Estava pensando com meus botões, e refleti em muita coisa.

Uma delas é: E se quando eu morrer, eu descubra que não existe paranormalidades.

Já pensou? Tudo o que eu e outras pessoas acreditamos ser verdade, ser apenas um tipo de uma leve loucura.

Já ouviu falar em frequência de pensamento? Isso pode justificar muitas coisas. Entre elas, a forte ligação que possuímos com alguem que gostamos muito. Conheço muito bem um caso…

Duas pessoas, que poderiam ter se conhecido em diversas ocasiões, devido à proximidade com amigos em comum,  mas foram se conhecer só quando ambos desejavam a companhia de um parceiro, um carinho especial, uma paixão verdadeira. Atraídos pelas características em comum, se apaixonaram, e passaram a possuir uma ligação tão forte, a ponto de terem os mesmos sonhos. Ficavam sabendo das coisas antes de contarem um ao outro. Se um não estava bem, o outro podia sentir. E puderam sentir antecipadamente até mesmo a dor de uma futura separação causada pelo destino.

 

E se acontece de eu me apaixonar, e for um amor impossível? Acho que aí sim eu vou aderir ao tal do “ficar”. O importante é o sentimento e o valor do momento.

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Será que as pessoas que penso que poderei contar pra sempre, realmente serão as mesmas daqui uns anos?

Onde e como estarei daqui 10 anos? Só parece muito tempo.

Minha personalidade foi tão moldada com o tempo, o que será que pode acontecer para que mude mais ainda?

Ai ai, quantas perguntas! Ainda bem que blog não reclama desse besteirol todo.

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