domingo, 3 de junho de 2012

Ha! e mais nada.

Ha!

Acabei de chegar do cinema. Fui assistir Madagascar 3, mas só entra em exibição mesmo sei lá quando, fui porque realmente tinha passado mas foi a pré-estréia :/ Acabei assistindo MIB 3 e valeu a pena! Talvez para algumas pessoas o filme não tenha sido AQUELE filmão, mas pra mim foi sensacional! Tudo porque nessa missão, eles tratam com viagem no tempo, VIAGEM NO TEMPO, eu disse VIAGEM NO TEMPO!!! meu Deus… esse assunto me faz viajar na maionese. Eu gosto tanto, é tão complexo, tão cheio de convergências e divergências, possibilidades…bagulhodopaulistahistory

Pensei na possibilidade de um post inteiro relacionado. Quem sabe? Você, está preparado(a) ? Eu poderia citar não apenas a viagem física no tempo, como também as “visões” do passado ou futuro. Vixiii, me faz pensar que eu tenho coisas pra contar que quase ninguém acreditaria, ou até aceitaria a ideia me apresentando explicações sobre a mente.

Eu tenho D’javu com muita frequência (aquela sensação de já ter vivido aquele momento), e a um tempo eu venho tentando a prática de forçar a ver o que vem depois. É assim:

Eu estou lá, andando na calçada, e de repente eu vejo uma mulher falando no celular, e tropeça, (aí começa “eu já vi essa cena antes”), e os fatos vão continuando e eu vou forçando para tentar “lembrar” o que vai acontencer até o final do efeito. Agora eu vou contar de onde eu tirei esse exemplo.

Eu realmente estava andando na calçada, vi aquela mulher com voz irritante falando no celular, estava de vermelho, brava, e tropeçou. Eu pensei comigo; d’javù! Tentei lembrar o que aconteceria depois e foi dando certo. As coisas iam acontecendo, e eu sentia que ainda estava sobre efeito do d’javù, e finalmente eu consegui algo. Eu vi um carro a uns 200 metros vindo, e previ que ele mudaria de faixa e ia subir a calçada sem dar seta nem nada. Então eu sai acelerei um pouco o passo e foi dito e feito. A retardada da motorista ia passar direto do objetivo dela e fez a cagada no transito. Cortou um carro, e subiu com o carro na caçada toda destrambelhada. Eu pensei “Nossa, se eu tivesse ficado ali, eu teria sido atropelado”. E um tempo depois, refletindo no meu feito, eu deduzi que não foi bem assim. Eu quando “previ”, já não me vi sendo atropelado. Ou seja, de uma forma ou de outra eu estaria no mesmo lugar em que assisti a cena.

Mas as vezes que estou acompanhado, e falo para alguém o que vai acontecer, até acontece, mas de forma diferente. Ex:

Eu disse que minha mãe ia bater na porta e me chamar. Quem veio foi meu pai.

Ia receber uma sms de uma amiga, e recebi de outra pessoa.

E já teve vezes também, que eu até senti o que a pessoa ia me contar. Não eram bem as palavras, mas o assunto. Me ligar pra pedir alguma coisa também. E é muito mais forte quando é um fato relacionado a pessoas que eu tenha mais intimidade.

Já era. Falei demais sobre esse assunto já. Vou deixar a parte teórica de viagens no tempo para outro dia.

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Estou quase de férias da faculdade. As aulas e provas já acabaram, só que agora faltam algumas pendências online. Mas isso dá pra fazer de casa.

Minha bike está quaaaase saindo! Nossa, estou muito ancioso pra por as mãos nela e dar umas pedaladas. Sentir o vento, ficar conversando comigo mesmo, observar as coisas, explorar lugares novos, etc.

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Obrigado

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