domingo, 22 de fevereiro de 2015

Tentando voltar, falando de planos, e costumes voltando.

Uma vez citei que eu acreditava que quanto mais tempo eu tinha para escrever, menos o fazia. Mas nos ultimos tempos deu pra perceber que isso não é lá muito certo. Os meses que estive no Canadá eu tinha tempo, um pouco, mas não tinha paciência de escrever tudo depois de dias tão longos. Aí voltei para o Brasil, não estava trabalhando e escrevi bastante. Agora comecei a trabalhar e dei uma reduzida novamente. E eu tenho tempo! Mas sempre estou cansado. Até pra ler eu relaxei :/

Não tenho lá muito o que escrever… Na verdade até tenho, mas não sei como chegar até os assuntos sem ser em um post específico para eles.

Lá na empresa as coisas estão indo bem. Como eu disse, eu fui “promovido” e assumi um setor lá, mas meu chefe tem outros planos pra mim. Ele quer que eu aprenda o trabalho das outras pessoas também, para criar uma função nova que eu irei exercer quando aprender tudo. Tanto que esses dias já comecei a ensinar a um outro rapaz tudo o que eu aprendi um mês atrás. Ele vai ficar nesse setor e depois que ele estiver dominando e tocando tudo sozinho eu irei aprender outras coisas.
Nesses dias me dei conta que gosto de ensinar. Principalmente se é algo muito fácil pra mim e útil para muitas pessoas. Na empresa mesmo, andei ensinando alguns cálculos e lógicas matemáticas, e muito de excel básico. As pessoas me falaram que eu ensino muito bem, e que nunca conseguiam aprender essas coisas. E isso é uma coisa que me deixa muito feliz.


Mês que vem começa a minha pós-graduação se tudo correr conforme o planejado.
Sabe… É um acontecimento de grande importância para mim. E mais uma vez, é um objetivo que eu não sinto que as pessoas acreditem tanto que consiga dar conta. Igual o meu intercâmbio. Parece que ninguém – como costumam falar – “bota fé” em mim. É chato pra caramba. A minha irmã sim me escuta e praticamente conversa comigo sobre esses planos como se eu já tivesse conseguido. Mas eu não sinto isso com outras pessoas. Parece que me escutam com dúvida se devem me dar atenção ou não. Se realmente estou falando sério. Se eu me importasse com isso eu não teria tomado muitas atitudes nessa vida. As pessoas gostam de me dizer “isso, você vai conseguir, você é inteligente”, mas eu não sinto o apoio moral que eu sinto com a minha irmã ou com um amigo, que se empolgam junto comigo e alimentam meus planos. Entende o que eu digo? A diferença de alguém que só está me ouvindo para alguém que realmente se importa com essas coisas é gritante.
Achei que depois do intercâmbio iam passar a dar mais créditos para os meus planos futuros.
Então aos poucos eu vou evitando de compartilhar certas coisas.

Tenho grandes expectativas entre aprendizados, metas e conquistas para esse ano.

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A pouco tempo atrás, fui surpreendido com um acontecimento que eu esperei por muito tempo. Faz parte de um segredo particular, que mexeu muito comigo. Por enquanto é algo só meu. Não compartilho com ninguém, mas comento aqui por ser um registro pessoal que eu quero reler um dia.

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Agora que minha mãe está em Itapeva, tenho ido pra lá com mais frequência. Cerca de duas vezes por mês. Eu achava que não ia aguentar, mas tem sido muito bom. Porém com meus estudos vindo pela frente, essa frequência provavelmente irá reduzir. Posso até ir para poder ficar com a minha mãe, mas irei mais para relaxar e estudar. Digo isso pois todas as vezes que fui, virei a noite de sábado para domingo no bar do meu tio. Acho que isso pode mudar agora, já que não tem mais toda aquela turma de férias sem o que fazer. A partir de agora só as pessoas que realmente moram em Itapeva que têm frequentado o bar. E isso impacta pra mim, já que não conheço tanta gente. O meu primo fica lá, mas fica trabalhando.~

Tenho planos para eleger um ou mais lugares para me isolar. Pode ser estranho, mas gosto da ideia de sair de Jundiai, alugar um quarto em um hostel em São Paulo, e passar o final de semana lá relaxando e isolado da rotina. Quero aquela sensação de viagem que tenho sentido tanta falta.
Um dos lugares que quero conhecer esse ano, é Santos. Quero ir pra lá, relaxar, olhar o mar, e andar de bicicleta. “Ahh PH, para de inventar coisa, você pode fazer isso tudo onde mora e sem ter que gastar nada”. Não é a mesma coisa, OK? Não é.

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Andei reparando que estou voltando a ter um certo interesse por carros que eu já tive um dia. Não sei porquê, mas às vezes me pego passando horas olhando carros na internet.
Quando eu era mais novo, por volta dos meus 14 anos, eu era meio doente por carros. Gostava muito! Esse gosto foi se perdendo, e agora está voltando.

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Acho que no mais é isso.

Obrigado

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Estou salvo

Olha, provavelmente irei tirar o post anterior. Tive vergonha de ler ele, e saber que foi eu mesmo que escrevi. Pra quem não leu, não perdeu nada. Foi um momento de baixa autoestima eu acredito, apesar de eu citar que estava bem nesse quesito.
É uma postagem que mostra um PH que nem eu sei de onde saiu.

Pensando bem, sei sim. Inclusive já disse isso aqui sobre a vontade de querer “chutar o balde” e sair sendo um cara que eu não sou e não aprovo ser. A última vez que aconteceu isso, eu tinha 15 anos rs.

Então, depois de ler e ficar assustado com as coisas que eu disse, eu fui reparar no título “Sobre salvar um PH que está desistindo”. E sim, eu estou salvo! Engraçado, que eu não faço ideia de como escrevi um absurdo daqueles, e o título parecia um pedido de socorro do pouco que ainda restava do meu juízo.